C E M E H I  -   CENTRO DE MEDICINA HIPERBÁRICA

Responsáveis Médicos
Dr. Paulo Cesar Daguano Antoniazzi
Dr. Omar Feres
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CEMEHI - O primeiro de Ribeirão Preto e Região
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O CEMEHI está capacitado a atender pacientes ambulatoriais. A oxigenoterapia hiperbárica é uma opção terapêutica de utilização recente em nosso meio, porém já consagrada em paises como Estados Unidos, Canadá, França, Inglaterra, Itália , Suécia, e Rússia. Sua utilização pode trazer melhora acentuada para afecções que apresentam infamação e ou isquemia, atuando como um coadjuvante ao tratamento clínico ou cirúrgico. Via de regra , são afecções de tratamento difícil, trabalhoso demorado e caro. Freqüentemente, este tipo de paciente necessita de hospitalização prolongada, geralmente em UTI, curativos, procedimentos cirúrgicos, anestésicos freqüentes e antibióticos de largo espectro por tempo prolongado. A oxigenoterapia hiperbárica proporciona significativa redução da morbi-mortalidade e, com isso, do tempo de permanência hospitalar e seus custos.
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A oxigenoterapia hiperbárica produz alguns efeitos imediatos, como a redução de bolhas gasosas e a vasoconstricção com redução de edema e outros tardios, no decorrer de horas e dias após as aplicações, como proliferação de fibroblastos, osteogênese e neovascularização. Além disso apresenta efeito bactericida (contra bactérias aeróbicas e anaeróbicas) e fungicida, agindo sinergicamente com antibióticos reduzindo rapidamente a toxemia. Respeitando-se as normas de segurança, os efeitos colaterais são mínimos e o tratamento com a oxigenoterapia hiperbárica é indolor e bem tolerado na maioria dos casos.
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Desde 1.995, o conselho Federal de Medicina regulamentou esse tipo de tratamento e estabeleceu as seguintes aplicações clínicas reconhecidas (Resolução CFM 1457/95):
  • Gangrena Grossa – Síndrome de Fournier – Outras infecções Necrotizantes de Tecidos Moles: Celulites/Fasceites/Miosites.
  • Isquemias Agudas Traumáticas: Lesões por esmagamento/Síndrome Compartimental/Reimplantação de extremidades amputadas e outras.
  • Vasculites Agudas de etiologia alérgica, medicamentosa ou por toxinas biológicas (aracnídios, Ofídios e Insetos).
  • Queimaduras térmicas e elétricas.
  • Lesões refratárias: úlsera de pele/ pé dialético/ escaras de decúbito/ úlceras por vasculites aouto-imunes/ deicências de saturas.
  • Lesões pós radioterapia: radiodermite/ osteorradionecrose e lesões actínicas de mucosas.
  • Retalhos ou enxertos comprometidos ou de risco.
  • Osteomielites.
  • Anemia Aguda na impossibilidade de transfusão de sangue.
  • Doenças ligadas a compressão/descompressão (acidentes de mergulho).
  • Envenenamentos: por monóxido de carbono/inalação de fumaça/ cianeto ou derivados cianídricos.
  • Abscesso cerebral.